Plano Estadual de Resíduos Sólidos é debatido em reunião da Câmara Técnica Permanente de Gestão de Resíduos Sólidos

A Câmara Técnica Permanente de Gestão de Resíduos Sólidos (CTPGRS) do Conselho Estadual de Meio Ambiente (COEMA) realizou nesta quarta-feira, 11, a 3ª Reunião Ordinária e 3ª reunião virtual de 2021 do biênio 2020/2022, a fim de debater a reformulação do Plano Estadual de Resíduos Sólidos (PERS/TO).
Durante o encontro conduzido pela gerente de Resíduos Sólidos e Apoio aos Municípios da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e coordenadora da Câmara Técnica, Hélia Azevedo Pacheco, foi apresentado o PERS, quando destacou os pontos principais. Segundo a gerente “o Plano é instrumento de planejamento e gestão que aponta alternativas para a gestão adequada dos resíduos sólidos no Tocantins”, frisou.

O representante da Base Fortins Soluções Ambientais Ltda, Ruy Queiroz Filho, que possui um aterro sanitário no município de Porto Nacional, falou sobre a Manifestação de Interesse Privado proposta pela empresa, para o sistema de disposição final dos resíduos sólidos no Tocantins.

Ainda segundo o representante “para um município pequeno manter um aterro, o custo seria enorme, se torna mais viável levar o lixo até um aterro sanitário já existente, mesmo que seja particular”. Durante o encontro foi ressaltada a importância da construção de estações de transbordo, onde se realiza o translado dos resíduos de um veículo coletor para outro veículo com capacidade maior, sendo o segundo veículo o que transporta o resíduo para a disposição final.

O debate da reformulação do Plano iniciou no dia 04 de julho de 2021 e segue até o dia 20 de outubro de 2021, a próxima reunião está prevista para o dia 25 deste mês.

Plano Estadual de Resíduos Sólidos

O Plano é um instrumento de planejamento e gestão, que norteia o Estado em suas decisões no enfrentamento dos principais problemas decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.
No referido documento foram traçadas diretrizes e metas, que incentivam os municípios a implantação e o compartilhamento de ações regionalizadas, com vistas à elevação das escalas de aproveitamento e à redução dos custos envolvidos.

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