O presidente Jair Bolsonaro será levado para São Paulo para mais exames antes da decisão de uma nova cirurgia

Em uma nova nota, divulgada por volta das 15h40, o Palácio do Planalto informou que “após exames realizados no HFA (Hospital das Forças Armadas) em Brasília, o Dr. Macedo, médico responsável pelas cirurgias no abdômen do Presidente da República, decorrentes do atentado a faca ocorrido em 2018, constatou uma obstrução intestinal e resolveu levá-lo para São Paulo onde fará exames complementares para definição da necessidade, ou não, de uma cirurgia de emergência”.

Mais cedo, o Planalto havia informado, em nota, que, por orientação de sua equipe médica, o presidente foi ao HFA “para a realização de exames para investigar a causa dos soluços”. “Por orientação médica, o presidente ficará sob observação, no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital”, dizia a nota divulgada por volta das 8h40. Na ocasião, o Planalto havia informado que o presidente estava “animado e passa bem”.

Alguns auxiliares do presidente tentaram passar mensagens de tranquilidade e afirmaram que Bolsonaro estava animado pela manhã, querendo inclusive não cancelar a reunião com os chefes dos outros poderes. Apesar disso, pessoas do entorno de Bolsonaro, afirmam que ele não é um paciente fácil e estaria há tempos adiando a nova cirurgia. Em abril deste ano, durante conversa com apoiadores, o presidente já havia afirmado que teria que fazer o procedimento em algum momento. “Talvez, neste ano, mais umazinha [cirurgia]. Mas é tranquilo, de hérnia. Eu tenho uma tela aqui na frente. Está saindo o bucho pelo lado. Então, tenho que colocar uma tela do lado também”, afirmou na ocasião.

A recente crise de soluços do presidente, contudo, pode levar os médicos a fazer uma sétima cirurgia no presidente da República.

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