Inquérito concluiu que adolescente com paralisia cerebral engravidou após ser estuprada por primo de 13 anos

A gravidez foi interrompida seguindo previsão legal e exames concluíram que menino era o pai.

Um inquérito da Polícia Civil concluído nesta semana, apurou que uma adolescente de 15 anos com paralisia cerebral engravidou após ser estuprada pelo próprio primo, de 13 anos, em Nova Olinda, norte do Tocantins.

A gravidez foi interrompida seguido previsão legal. Segundo a mãe da vítima, a adolescente não tinha condições de condizer com a prática sexual, uma vez que a filha é totalmente dependente dela até para tarefas mais simples, como falar ou andar.

O inquérito reuniu materiais genéticos dos suspeitos, do feto e da vítima que comprovaram que o adolescente, de 13 anos, era o pai do feto. O menor deve responder por ato infracional com medida de internação de no máximo três anos.

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