Greve de professores em Miracema já dura uma semana

Novos protestos começam em Porto Nacional. Servidores pedem reajuste do piso salarial.

A greve dos professores de Miracema do Tocantins já dura uma semana e os servidores municipais seguem reivindicando o reajuste de 33,24% referente ao piso salarial. A prefeita Camila Fernandes (MDB) ainda não se manifestou e os servidores alegam que a greve deve continuar até que a prefeita dê um parecer para a categoria.

“Estamos em greve aqui na regional de Miracema em função do autoritarismo da prefeita Camila que não dialoga com a categoria. A reivindicação é o reajuste de 33,24% referente ao piso nacional do magistério, que é definido pelo MEC todos os anos com base no custo-aluno, e de 10,16% para os demais funcionários de escolas, referente ao INPC no período de janeiro de 2020 a janeiro de 2021, a inflação”, explicou o professor e presidente do Sintet Regional de Miracema, Iata Anderson.

Os servidores municipais de Porto Nacional também aderiram aos protestos nesta segunda-feira, 25, pedindo para o prefeito Ronivon Maciel (PSD) atualize a tabela salarial seguindo os percentuais das progressões.

A Prefeitura de Porto Nacional ofereceu ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintética) um reajuste de 33,24% para professores que recebem abaixo do piso, 17,5% para professores já graduados e 14% para especialistas. Porém, para o Sintet, a proposta não é válida uma vez que não é aplicada a Lei do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração do Magistério da rede municipal.

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