Facebook tem novas acusações sobre suas práticas internas

As informações vêm dos próprios documentos internos da empresa, sugerindo que os funcionários estejam fazendo as denúncias.

As denúncias foram feitas principalmente ao Wall Street Journal e até o jogador Neymar chegou a ser citado, o Facebook se defendeu de todas elas.

Uma das denúncias seria de que celebridades e figuras políticas tinham regras diferentes dos demais usuários, o Neymar foi mencionado pelo episódio em 2019 onde estava sendo acusado de estuprar uma mulher e para provar seus argumentos, postou fotos da denunciante nua. Seguindo as diretrizes o jogador deveria ter sua conta excluída mas não aconteceu, a empresa se defendeu alegando que os documentos eram antigos e que eles mesmos identificaram os problemas com essa verificação cruzada e desde então vêm trabalhando para resolvê-los.

A segunda denúncia é sobre o empenho do Facebook em casos de tráfico humano, em novembro de 2019 a BBC News Arabic publicou uma reportagem chamando atenção para a compra e venda de trabalhadoras domésticas no Instagram. De acordo com documentos internos, o Facebook já tinha conhecimento do assunto. O Wall Street Journal disse que a empresa tomou medidas insignificantes, até que a Apple ameaçou remover seus produtos de sua App Store. Depois disso eles alegaram que possuíam uma “estratégia abrangente” que seriam “equipes globais com pessoas fluentes em idiomas locais cobrindo mais de 50 línguas, recursos educacionais e parcerias com especialistas locais e verificadores terceirizados” para manter a segurança de todos. Os críticos alertaram que tal equipe não é capaz de moderar os 2,8 bilhões de usuários da plataforma.

Outra revelação foi que após uma pesquisa realizada pelo aplicativo Instagram, os desenvolvedores descobriram como a plataforma estava afetando jovens e adolescentes. O Facebook não quis publicar o resultado da pesquisa.

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