Ciro Gomes é alvo de operação da PF sobre corrupção em obra de esádio

Pré-candidato a presidente da República afirma que investigação é uma ‘conspiração’ de Bolsonaro.

A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (15) um mandado de busca e apreensão contra o ex-governador do Ceará e pré-candidato à Presidência, Ciro Gomes (PDT). A operação investiga irregularidades nas obras de ampliação da Arena Castelão, estádio do Ceará, para a Copa do Mundo de 2014.

Ciro afirmou, em uma rede social, que a ordem era “abusiva” e negou qualquer envolvimento no caso. Além disso, citou que a ação era uma maneira de tentar atrapalhar sua pré-candidatura e que o presidente Jair Bolsonaro “transformou o Brasil num Estado Policial que se oculta sob falsa capa de legalidade”.

De acordo com a PF, o esquema de corrupção aconteceu entre 2010 e 2013, quando Cid Gomes (PDT), irmão de Ciro, governava o Ceará. Foi divulgado que cerca de R$ 11 milhões foram pagos em propinas diretamente em dinheiro ou disfarçadas de doações eleitorais. A operação “Colosseum” acontece desde 2017 quando foram identificados indícios de um esquema de pagamentos de propinas uma empresa específica vencer a licitação das obras da Arena Castelão.

O denunciado não quis dar depoimentos a imprensa, Ciro pode responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, fraudes em licitações, associação criminosa, corrupção ativa e passiva.

Compartilhe com facebook
Compartilhe com twitter
Compartilhe com linkedin
Compartilhe com skype
Compartilhe com telegram
Compartilhe com whatsapp